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Provavelmente a motivação é um dos temas mais falados no meio corporativo. Quantas vezes já ouvimos frases como “ele está desmotivado”, ou “o que falta para essa equipe é motivação”, ou ainda “ela está super motivada”. Vamos lembrar o que realmente significa motivação?

A motivação é uma força interior que se modifica a cada momento durante toda a vida, que direciona e intensifica os objetivos de um indivíduo. Dessa forma, quando dizemos que a motivação é algo interno, erramos em dizer que alguém nos motiva ou desmotiva, pois ninguém é capaz de fazê-lo. Existem pessoas que pregam a automotivação, mas tal termo é erroneamente usado, já que a motivação é uma força intrínseca e o emprego desse prefixo deve ser descartado. 


Motivação vem do latim movere, mover em português, e designa a condição do organismo que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. Em outras palavras, é o impulso interno que leva à ação, ou ainda o motivo que gera uma ação.

Segundo Abraham Maslow, o homem se motiva quando suas necessidades são todas supridas de forma hierárquica. Maslow organiza tais necessidades da seguinte forma: autorrealização, autoestima, social (Sociais), segurança e fisiologia (Fisiológicas). Segundo o autor, "cada pessoa atinge a sua autorrealização na medida em que procura atualizar os seus potenciais".

As necessidades fisiológicas constituem a sobrevivência do indivíduo e a preservação da espécie: alimentação, sono, repouso, abrigo, etc. As necessidades de segurança constituem a busca de proteção contra a ameaça ou privação, a fuga e o perigo. As necessidades sociais incluem a necessidade de associação, de participação, de aceitação por parte dos companheiros, de troca de amizade, de afeto e amor. A necessidade de estima envolve a autoapreciação, a autoconfiança, a necessidade de aprovação social e de respeito, de status, prestígio e consideração, além de desejo de força e de adequação, de confiança perante o mundo, independência e autonomia. As necessidades de autorrealização são as mais elevadas, de cada pessoa realizar o seu próprio potencial e de auto desenvolver-se continuamente.

Lendo sobre a teoria de Abraham Maslow, fica mais fácil de compreender que a motivação vem da alma, e é intrínseca ao ser humano.

Claro que as empresas, gestões e diretorias têm sim o papel de estimular os profissionais para que permaneçam leves, produtivos e positivos dentro das companhias, mas a tão falada motivação não tem que vir deles. Pelo (Ao) contrário, tem que partir de nós, os profissionais atuantes.

Em uma (Na) organização, cabe às gestões promoverem os estímulos, e as nossas respostas a esses estímulos devem ser com motivação, que pode ser o motivo para agirmos. A motivação pode ser entendida como resposta aos estímulos do meio (empresa, família, amigos). O motivo que nos faz agir é nosso, pois é produzido por nós. Motivação deve ser o sentimento da nossa própria eficácia.

Disse Luciano Luppi: “Fica estabelecida a possibilidade de sonhar coisas impossíveis e de caminhar livremente em direção aos sonhos.”

 


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