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De acordo com a ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), o Brasil tem aproximadamente seis milhões de empresas e um milhão de profissionais que atuam em gestão de pessoas, seja em recursos humanos, seja como supervisores, gerentes, diretores ou presidentes. 

É um número pequeno comparado à nossa população, mas é evidente que crescerá ainda mais nos próximos anos. Além disso, pequenas e médias empresas também estão atentas à importância da gestão de pessoas, pois o capital humano é o bem mais precioso atualmente. 

Isso sem falar que várias áreas como logística, transportes, jurídica, tecnologia, entre outras, estão despertando para a necessidade dessa atividade, já que a produtividade está diretamente ligada às pessoas satisfeitas e felizes dentro das companhias.
Porém, gerir pessoas não é só criar sistemas de benefícios, fazer relatórios ou outras atividades rotineiras. Vai muito além, pois é preciso saber como gerir e, mais importante que isso: conhecer os colaboradores a fundo e permitir que as pessoas certas estejam nos cargos certos. 

Além de evitar turnovers, agir com sabedoria torna o clima organizacional muito mais agradável.Não só agradável, mas também saudável e sustentável. Para gerir pessoas, é necessário, em primeiro lugar, conhecer-se e ter as sua melhores qualidades ao seu favor. 

Em segundo lugar, é necessário conhecer a equipe que será gerida. Para isso, a tecnologia já contribui nas empresas realmente preocupadas com seu capital intelectual.

O assessment de tendência tornou-se uma necessidade dentro das organizações. Em tempo real, pode-se obter uma radiografia precisa do momento profissional dos colaboradores para uma análise individual e da equipe. 

É possível, num curto espaço de tempo e custos reduzidos, diminuir o turnover da empresa, motivar a equipe e consequentemente otimizar a produção trazendo melhores resultados.
 


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