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A realidade concorrencial das organizações, a cada dia que passa, fica mais complexa. As novas demandas estão transformando as empresas em verdadeiras fábricas de geração de resultados. Sem os quais – elas – dificilmente sobreviverão na próxima década. Ou seja, as empresas estão se vendo em meio a um sem-número de cobranças que, via de regra, são por melhores preços, prazos alongados, formas de pagamento diferenciados, produtos com alta capacidade de gerar valor para o cliente e para a sustentabilidade do planeta, um atendimento estonteante, e observância às leis de defesa do consumidor. 


Na verdade, no século XXI, o cliente ganha grande centralidade, na medida em que lhe é facultado o direito de decidir o que vai consumir, quando, de que maneira, onde, por que preço, entre outros.

Esse poder, portanto, o transforma, nessa perspectiva, num inédito ator social. Ou seja, o cliente se torna um cidadão com grande poder de barganha. E, leva as empresas a ter que investir vultosas quantias em RH, marketing, entre outros.

Diante desta nova realidade, como as empresas contratam seus colaboradores? Atualmente, só a competência técnica não é mais suficiente para avaliar um profissional. A questão comportamental tornou-se tão importante que muitas vezes pode determinar a contratação ou não de um candidato.

Quem trabalha na área de Recursos Humanos sabe que selecionar pessoas não é uma tarefa simples. Por isso é importante definir métricas para diminuir ao máximo a subjetividade na hora de contratar.

Deste modo, a tarefa de recrutar e selecionar pessoas passa a ser estratégica. Esta atividade deve ser de responsabilidade de uma área específica de Recursos Humanos ou de uma empresa especializada.

 


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