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Emoção e desafios no trabalho, oportunidade de aprendizado e crescimento profissional, uma equipe com pessoas formidáveis, remuneração e um chefe fantástico. Mundo ideal? Romantizado? Que nada! Preste bem atenção e note que a sua vida profissional se encaixa sim nessas características.

A dupla de escritoras Beverly Kaye e Sharon Jordan-Evans, lançou recentemente no Brasil o livro "Eu amo meu trabalho - Como fazer isso ser verdade", pela Editora Elsevier. O livro é baseado numa pesquisa realizada com 15.000 pessoas, que buscou saber por que elas permaneciam no emprego atual.

"Como passamos a maior parte do tempo no trabalho, é melhor amarmos o que fazemos ou nos prepararmos para uma vida bem infeliz ou, no mínimo, enfadonha. O amor ao trabalho ajuda-nos a ter mais energia, criatividade e comprometimento. Ficamos ansiosos por encontrar nossos colegas e desfrutar do ambiente saudável e da sabedoria do chefe, em suma, gostamos do pacote todo. Não ficamos negociando cinco minutinhos a mais de sono com o relógio pela manhã, pois sentimos que produzimos algo importante, com o qual estamos altamente comprometidos", garantem as autoras em um dos trechos do livro.

Quero colocar uma questão: Será que está fora de moda a paz e o amor? Será que neste século 21 é assim mesmo tudo cansativo, enfadonho, sinônimo de chateação? Já sabemos que o trabalho é o local onde mais passamos as horas de nosso dia e coisa e tal. Se é assim, porque então não podemos amar nossos chefes? Porque não podemos amar nossa rotina? Para ter essa satisfação é preciso entender algumas coisas: Entender como as suas tarefas são importantes para a empresa; entender como as suas tarefas são importantes para você mesmo; entender e estar livre o suficiente para fazer da empresa e do trabalho parte de si. É uma escolha.

Sabe quando o líder da equipe reúne a turma e explica a importância de cada função? Conta as metas, o porquê de elas serem assim, a necessidade de a empresa atingir esses resultados, e como, por meio deste trabalho, o profissional eleva a carreira e o espírito. De boa vontade, acordados (no sentido de ter um acordo e de estarmos despertos), de coração. É aí que aparecem os bons líderes, as boas equipes!

Tanto para as lideranças quanto para o time dá muita satisfação encontrar paixão, organização, delegação consciente, responsabilidade, comunicação, coragem, honestidade, bons ouvintes e uma equipe que se conhece. Quando em sintonia, não há outro sentimento se não: “I Love my job!” Isso acontece quando todos entendem a importância do que fazem e notam que sua participação é fundamental e promissora. É preciso sair da teoria e trazer a equipe para a prática!

Acaba aparecendo um sentimento de responsabilidade pela empresa como se ela fosse nossa, um sentimento pelo time como se fosse parte da família e um comprometimento que nem sabemos explicar de onde vem, só sabemos que aqui estamos bem! Sem demagogia e irrealismos do mundo ideal onde todos os profissionais são lindos e trabalham em locais cinematográficos e recebem dividendos milionários, não, nada disso. Falamos aqui da real vontade que brota do profissionalismo interessado. Das situações não ideais superadas em nome de uma empresa que queremos ver melhor. Conseqüentemente nosso destaque e ascensão profissional, melhores ficarão também.

É quântico, são estímulos que causam oportunidades. São atitudes, pensamentos e filosofias que trazem resultados. Cumplicidade e parceria dentro da empresa que muda o ambiente, muda o mundo. O estímulo vem de fora, mas, o amor, vem de dentro. 
 


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